Os gatos são independentes e afectuosos, brincalhões, temperamentais e, ás vezes, com uma reserva de quem precisa de estar sozinho no seu espaço. Passam por nós como se não soubessem quem somos, arrastam o seu andar fascinante e silencioso pela casa até se aninharem num sítio do seu encanto. E ali ficam, perdidos, até que a fome – mesmo que seja de carinhos – os faça regressar, num ondear espantoso do corpo, num esticar de unhas quase de meter medo e depois não é nada: voltam a deixar-se cair noutro lugar de eleição, num desfalecimento feito de indolência. Até que uma mão ao correr do pêlo os desperte para um longo espreguiçar, um enorme bocejo e uma lambidela do mais puro afecto. O passear manso de um gato, com a cauda abanar e, um rosnar baixinho, diz que está pronto – seja para o que for.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Os gatos são um espectáculo...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Tempo de sobra

Saber gerir bem o tempo é fundamental. E é fundamental porque o contrário, a má gestão do tempo e quase sempre a causa de muito stress. Se formos capazes de gerir bem o tempo, temos tempo para tudo e ainda tempo de sobra. E esse tempo de sobra é um tempo essencial. É essencial para retemperar forças, é essencial para que a disponibilidade interior aconteça e é ainda essencial para que a criatividade possa nascer. Sem esse tempo de sobra, que mais não é do que tempo sem relógio, dificilmente conseguimos reflectir sobre a vida, organizarmos mentalmente o nosso dia a dia ou compreendermo-nos melhor. Esse tempo de sobra, é sempre um tempo de encontro, connosco com os outros.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Mai nada...

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